14 de abr. de 2011
9 de mar. de 2011
Abraçando a Raiva
Plena consciência é a capacidade de saber o que está acontecendo em cada momento, e plena consciência da raiva é ser capaz de reconhecer quando a raiva se manifestou. Se deixarmos nossa raiva sozinha, causará estrago para nosso corpo, para nossa mente e talvez para o nosso entorno. Podemos praticar a plena consciência da raiva dizendo para nós mesmos: “Inspirando, sei que a raiva está em mim. Expirando, eu sorrio para minha raiva, eu abraço minha raiva.”
A plena consciência reconhece que a raiva é raiva. Reconhecer e abraçar a raiva é uma arte, é a prática. Usualmente, lutamos contra a raiva que surge em nós. Mas na prática budista, não lutamos contra nossa raiva, nós a abraçamos tenramente.
Imagine uma mãe que está trabalhando na cozinha e ouve seu bebê chorar. Ela o ama, portanto solta o que quer que esteja na sua mão e vai ao quarto dele. Antes mesmo de saber o que está errado, ela pega o bebê e o segura tenramente em seus braços. Apenas segurá-lo carinhosamente pode ser suficiente para trazer alivio à criança e diminuir seu choro. Se a mãe continuar a segurá-lo com plena consciência, ela descobrirá o que está errado. Ele pode estar com fome, pode estar com febre, ou sua fralda pode estar apertada demais. Através da prática da plena consciência podemos abraçar nossa raiva e pacientemente descobrir porque ela surgiu.
Se a mãe descobre que seu filho está com fome, ela lhe dá leite; se a fralda está muito apertada, ela afrouxa. Portanto ao abraçar nossa raiva com carinho, podemos aliviá-la através da respiração consciente e da caminhada consciente.
Quando a energia da raiva começa a emergir, precisamos da prática da plena consciência. Podemos pensar que para liberar nossa raiva temos que fazer algo imediatamente para confrontar a pessoa que pensamos que está nos fazendo sofrer. Ao invés disso, podemos respirar e dizer: “Inspirando, sei que a raiva se manifestou em mim. Expirando, tomarei muito cuidado com a energia da raiva em mim.”
Podemos pensar que dizer ou fazer algo muito forte para punir a outra pessoa é o caminho para encontrar alívio. Mas isto apenas irá escalar o sofrimento. A outra pessoa sofrerá mais, e ela irá buscar alívio nos punindo de volta.
Se alguém nos faz sofrer, é porque esta pessoa também está sofrendo. Alguém que não sabe lidar com seu sofrimento permitirá que ele vaze, e nos tornaremos vítimas do seu sofrimento. Sabemos que alguém que sofre tanto assim precisa de ajuda e não punição. Quando começamos a ver isso, a compaixão nasce, e não sofremos mais. Compaixão é o antídoto para a raiva. Uma vez que estamos motivados pelo desejo de ajudar a outra pessoa a sofrer menos, estamos livres de nossa raiva.
Às vezes é importante comunicar nosso sofrimento para a outra pessoa. Podemos fazer isso usando a prática do “Começar de Novo”. Sentamos juntos em um momento onde possamos estar plenamente presentes. Há três estágios: no primeiro nós “regamos as flores” da outra pessoa, sinceramente expressando nossa apreciação pelas suas boas qualidades. No segundo expressamos lamento por qualquer coisa que vemos que possamos ter feito para contribuir para o conflito. No terceiro, expressamos nosso sofrimento sem culpa ou julgamento.
Quando expressamos nosso ferimento, há três frases importantes que os ensinamentos budistas sugerem. Estas frases são o antídoto para o sofrimento. A primeira é, “Querido, eu estou com raiva. Eu estou sofrendo e quero que você saiba.”. A segunda é “Querido, eu estou fazendo o melhor que posso”. A terceira é “Por favor, ajude-me”.
Quando dizemos a primeira frase - “Querido, eu estou com raiva. Eu estou sofrendo e quero que você saiba disso.” - estamos sendo abertos e dividindo o que está acontecendo conosco. É importante que não neguemos nossa própria raiva e sofrimento. Às vezes sofremos por causa da outra pessoa, e quando ela vem e pergunta, “Querido, você está bem, está com raiva de mim?” dizemos “Eu estou bem, porque estaria com raiva?”. Ou quando a outra pessoa põe a mão no nosso ombro, tentamos evitar seu toque e dizemos, ”deixe-me só, não me toque!”. Estas são formas de punir alguém, queremos dizer a esta pessoa que podemos sobreviver muito bem sozinhos.
Portanto, ao invés disso, é muito importante ser direto. Podemos também querer adicionar, “Eu não sei por que você disse tal coisa para mim, por que fez tal coisa para mim. Por favor, explique.” A coisa importante é dizer para a outra pessoa que estamos com raiva e que estamos sofrendo. Se pudermos escrever esta sentença, já sofreremos menos. É um milagre.
A segunda frase é ainda menor, “Eu estou fazendo o melhor que posso”. Isto significa que estamos praticando a respiração consciente e a caminhada consciente e tomando conta de nossa raiva. Portanto a segunda sentença é um convite indireto para a outra pessoa fazer o mesmo, voltar para reexaminar a situação, e ver o que ela possa ter feito que tenha contribuído para o conflito.
Às vezes não queremos fazer o outro sofrer. Apenas somos inábeis. Temos que aprender a falar em termos de mais ou menos hábeis ao invés de termos como bom ou mau, certo ou errado. Na tradição budista falamos de estados inábeis da mente, como a raiva ou medo.
A última sentença é “Por favor, ajude-me”. Quando somos capazes de escrever a terceira frase, nosso sofrimento se dissipa. Mesmo se a outra pessoa ainda não leu a mensagem, já nos sentimos muito melhor. Reconhecemos nossa interdependência, não somos capturados pelo orgulho. No verdadeiro amor não há lugar para orgulho. Sabemos que precisamos da outra pessoa para nos ajudar a sair da nossa situação.
Tenho muitos amigos que pegam um pedaço de papel do tamanho de um cartão de crédito, escrevem essas três frases e guardam na carteira. Cada vez que a raiva vem, eles pegam o “cartão”, lêem enquanto inspiram e expiram, e então eles sabem exatamente o que fazer.
Quando o nosso amado nos fere, ficamos com raiva e sofremos. Estamos na margem do sofrimento. Como somos bodisatvas, queremos atravessar para a margem da paz. Não dizemos, “Outra margem, por favor, venha de forma que eu possa pisar em você.” Não, temos que atravessar! E entendimento, prajñaparamita, é uma das maneiras de atravessar. Quando entendemos a outra pessoa, vemos seu sofrimento e também que ela não sabe lidar com este sofrimento. Ela sofre, portanto faz a si mesmo e aos que estão a sua volta sofrerem. Quando somos capazes de olhar com olhos de entendimento como estes, de repente estamos na outra margem. Este entendimento traz a outra margem imediatamente.
O Buda disse que há muitas maneiras de lidar com sua raiva, e uma maneira é praticar a paramita chamada dana, que significa doação. Você dá um presente para a pessoa que você está sentindo raiva. Usualmente quando estamos com raiva de alguém, queremos puni-la. Mas o Buda nos aconselha a fazer o oposto. Faça algo que a faça feliz. Ofereça algo para ela, e de repente sua raiva desaparecerá e você se encontrará na outra margem. Você pode querer tentar isto. Você sabe de que seu amada gosta, portanto compre um lindo presente e esconda em algum lugar. E um dia quando ficar com raiva dela, lembre-se do conselho do Buda e ofereça o presente para ela. Então ambos estarão na outra margem imediatamente.
A outra pessoa precisa de amor, e se pudermos prover isso para ela, através do entendimento, nossa raiva se dissolverá. O tempo que leva para atravessar para a outra margem pode ser muito curto. É um milagre! Como um bodisatva, queremos apenas dar. E estamos dispostos a dar qualquer coisa que pudermos.
As coisas mais valiosas para dar são entendimento e compaixão. Todos no mundo anseiam por entendimento, compaixão e amor. Como um bodisatva, como um praticante, podemos produzir entendimento e compaixão. Quando olharmos profundamente para a situação, não culparemos mais, sentiremos compaixão.
(Do livro “Together we are one”– Thich Nhat Hanh)
(Traduzido por Leonardo Dobbin)
A plena consciência reconhece que a raiva é raiva. Reconhecer e abraçar a raiva é uma arte, é a prática. Usualmente, lutamos contra a raiva que surge em nós. Mas na prática budista, não lutamos contra nossa raiva, nós a abraçamos tenramente.
Imagine uma mãe que está trabalhando na cozinha e ouve seu bebê chorar. Ela o ama, portanto solta o que quer que esteja na sua mão e vai ao quarto dele. Antes mesmo de saber o que está errado, ela pega o bebê e o segura tenramente em seus braços. Apenas segurá-lo carinhosamente pode ser suficiente para trazer alivio à criança e diminuir seu choro. Se a mãe continuar a segurá-lo com plena consciência, ela descobrirá o que está errado. Ele pode estar com fome, pode estar com febre, ou sua fralda pode estar apertada demais. Através da prática da plena consciência podemos abraçar nossa raiva e pacientemente descobrir porque ela surgiu.
Se a mãe descobre que seu filho está com fome, ela lhe dá leite; se a fralda está muito apertada, ela afrouxa. Portanto ao abraçar nossa raiva com carinho, podemos aliviá-la através da respiração consciente e da caminhada consciente.
Quando a energia da raiva começa a emergir, precisamos da prática da plena consciência. Podemos pensar que para liberar nossa raiva temos que fazer algo imediatamente para confrontar a pessoa que pensamos que está nos fazendo sofrer. Ao invés disso, podemos respirar e dizer: “Inspirando, sei que a raiva se manifestou em mim. Expirando, tomarei muito cuidado com a energia da raiva em mim.”
Podemos pensar que dizer ou fazer algo muito forte para punir a outra pessoa é o caminho para encontrar alívio. Mas isto apenas irá escalar o sofrimento. A outra pessoa sofrerá mais, e ela irá buscar alívio nos punindo de volta.
Se alguém nos faz sofrer, é porque esta pessoa também está sofrendo. Alguém que não sabe lidar com seu sofrimento permitirá que ele vaze, e nos tornaremos vítimas do seu sofrimento. Sabemos que alguém que sofre tanto assim precisa de ajuda e não punição. Quando começamos a ver isso, a compaixão nasce, e não sofremos mais. Compaixão é o antídoto para a raiva. Uma vez que estamos motivados pelo desejo de ajudar a outra pessoa a sofrer menos, estamos livres de nossa raiva.
Às vezes é importante comunicar nosso sofrimento para a outra pessoa. Podemos fazer isso usando a prática do “Começar de Novo”. Sentamos juntos em um momento onde possamos estar plenamente presentes. Há três estágios: no primeiro nós “regamos as flores” da outra pessoa, sinceramente expressando nossa apreciação pelas suas boas qualidades. No segundo expressamos lamento por qualquer coisa que vemos que possamos ter feito para contribuir para o conflito. No terceiro, expressamos nosso sofrimento sem culpa ou julgamento.
Quando expressamos nosso ferimento, há três frases importantes que os ensinamentos budistas sugerem. Estas frases são o antídoto para o sofrimento. A primeira é, “Querido, eu estou com raiva. Eu estou sofrendo e quero que você saiba.”. A segunda é “Querido, eu estou fazendo o melhor que posso”. A terceira é “Por favor, ajude-me”.
Quando dizemos a primeira frase - “Querido, eu estou com raiva. Eu estou sofrendo e quero que você saiba disso.” - estamos sendo abertos e dividindo o que está acontecendo conosco. É importante que não neguemos nossa própria raiva e sofrimento. Às vezes sofremos por causa da outra pessoa, e quando ela vem e pergunta, “Querido, você está bem, está com raiva de mim?” dizemos “Eu estou bem, porque estaria com raiva?”. Ou quando a outra pessoa põe a mão no nosso ombro, tentamos evitar seu toque e dizemos, ”deixe-me só, não me toque!”. Estas são formas de punir alguém, queremos dizer a esta pessoa que podemos sobreviver muito bem sozinhos.
Portanto, ao invés disso, é muito importante ser direto. Podemos também querer adicionar, “Eu não sei por que você disse tal coisa para mim, por que fez tal coisa para mim. Por favor, explique.” A coisa importante é dizer para a outra pessoa que estamos com raiva e que estamos sofrendo. Se pudermos escrever esta sentença, já sofreremos menos. É um milagre.
A segunda frase é ainda menor, “Eu estou fazendo o melhor que posso”. Isto significa que estamos praticando a respiração consciente e a caminhada consciente e tomando conta de nossa raiva. Portanto a segunda sentença é um convite indireto para a outra pessoa fazer o mesmo, voltar para reexaminar a situação, e ver o que ela possa ter feito que tenha contribuído para o conflito.
Às vezes não queremos fazer o outro sofrer. Apenas somos inábeis. Temos que aprender a falar em termos de mais ou menos hábeis ao invés de termos como bom ou mau, certo ou errado. Na tradição budista falamos de estados inábeis da mente, como a raiva ou medo.
A última sentença é “Por favor, ajude-me”. Quando somos capazes de escrever a terceira frase, nosso sofrimento se dissipa. Mesmo se a outra pessoa ainda não leu a mensagem, já nos sentimos muito melhor. Reconhecemos nossa interdependência, não somos capturados pelo orgulho. No verdadeiro amor não há lugar para orgulho. Sabemos que precisamos da outra pessoa para nos ajudar a sair da nossa situação.
Tenho muitos amigos que pegam um pedaço de papel do tamanho de um cartão de crédito, escrevem essas três frases e guardam na carteira. Cada vez que a raiva vem, eles pegam o “cartão”, lêem enquanto inspiram e expiram, e então eles sabem exatamente o que fazer.
Quando o nosso amado nos fere, ficamos com raiva e sofremos. Estamos na margem do sofrimento. Como somos bodisatvas, queremos atravessar para a margem da paz. Não dizemos, “Outra margem, por favor, venha de forma que eu possa pisar em você.” Não, temos que atravessar! E entendimento, prajñaparamita, é uma das maneiras de atravessar. Quando entendemos a outra pessoa, vemos seu sofrimento e também que ela não sabe lidar com este sofrimento. Ela sofre, portanto faz a si mesmo e aos que estão a sua volta sofrerem. Quando somos capazes de olhar com olhos de entendimento como estes, de repente estamos na outra margem. Este entendimento traz a outra margem imediatamente.
O Buda disse que há muitas maneiras de lidar com sua raiva, e uma maneira é praticar a paramita chamada dana, que significa doação. Você dá um presente para a pessoa que você está sentindo raiva. Usualmente quando estamos com raiva de alguém, queremos puni-la. Mas o Buda nos aconselha a fazer o oposto. Faça algo que a faça feliz. Ofereça algo para ela, e de repente sua raiva desaparecerá e você se encontrará na outra margem. Você pode querer tentar isto. Você sabe de que seu amada gosta, portanto compre um lindo presente e esconda em algum lugar. E um dia quando ficar com raiva dela, lembre-se do conselho do Buda e ofereça o presente para ela. Então ambos estarão na outra margem imediatamente.
A outra pessoa precisa de amor, e se pudermos prover isso para ela, através do entendimento, nossa raiva se dissolverá. O tempo que leva para atravessar para a outra margem pode ser muito curto. É um milagre! Como um bodisatva, queremos apenas dar. E estamos dispostos a dar qualquer coisa que pudermos.
As coisas mais valiosas para dar são entendimento e compaixão. Todos no mundo anseiam por entendimento, compaixão e amor. Como um bodisatva, como um praticante, podemos produzir entendimento e compaixão. Quando olharmos profundamente para a situação, não culparemos mais, sentiremos compaixão.
(Do livro “Together we are one”– Thich Nhat Hanh)
(Traduzido por Leonardo Dobbin)
19 de fev. de 2011
9 de fev. de 2011
7 de fev. de 2011
2 de fev. de 2011
27 de dez. de 2009
Patandjali

Patanjali foi descrito por diversos autores e em diferentes épocas, de espaçamento secular, tornando-se difícil precisar o momento correto de sua existência. O certo é que Patanjali revelou o Yoga em duas escrituras: o Nirodha Samhitá e o Karma Samhitá, citando fontes anteriores a ele mesmo - fazendo-nos crer - que a prática do Yoga já existia muito antes do tempo que Patanjali viveu.
Inquestionável também é que todas as formas de Yoga praticadas hoje, têm em Patanjali uma referência obrigatória.
As Oito Etapas :
1º Etapa
YAMA : O 1º Passo para se fazer Yôga, segundo Patanjali é O Domínio do Mundo Externo.
Ahimsa: Não Agressão.
Satya: Não mentir.
Asteya: Não roubar.
Bramacharya: Não luxúria.
Aparigraha: Não cobiça.
Satya: Não mentir.
Asteya: Não roubar.
Bramacharya: Não luxúria.
Aparigraha: Não cobiça.
P.S: Sobre Ahimsa, de acordo com as injunções védicas há seis tipos de agressões; aquele que dá veneno/ Aquele que incendeia a casa/ Aquele que ataca com armas mortais/ aquele que rouba riquezas/ Aquele que ocupa as terras de outrem/ Aquele que rapta uma esposa.
Esses agressores serão punidos incondicionalmente pelas leis humanas e divinas.
2ºEtapa
Esses agressores serão punidos incondicionalmente pelas leis humanas e divinas.
2ºEtapa
NYAMA: 2º Passo para se fazer Yoga, segundo Patanjali: Domínio do mundo interno.
Saucha: Pureza interna e externa.
Santosha: Felicidade
Tapas: Austeridade.
Swadyaya: Estudo.
Atmanivedam: Entrega.
3ºEtapa
Santosha: Felicidade
Tapas: Austeridade.
Swadyaya: Estudo.
Atmanivedam: Entrega.
3ºEtapa
ÀSANA: Posições físicas. A Ciência que o corpo toma nas posições em combinação lógica com o sopro da respiração. Possuem 3 características:
Estabilidade.
Imobilidade.
Ausência de Esforço.
As 10 virtudes:
1º) Previnem ou impedem doenças sobretudo as doenças da civilização .
2º) Neutralizam os efeitos deprimentes da estafa física e mental.
3º)Abaixam a pressão arterial.
4º)Reduzem ou combatem a constipação intestinal, um mal moderno.
5º)Massageiam e trituram em profundidade os órgãos internos, com ativação das secreções e das excreções, pondo em funcionamento órgãos indolentes.
6º)Criam e conservam um estado de conforto interior, alegria de viver, lubrifica psiquicamente e moralmente.
7º) Renovam e aprofundam a vitalização dos músculos, articulações, víceras, plexos, glândulas e nervos.
8º) Efetuam trabalho sobre os Nadis(correntes de energia astral).
9º) Combatem a queda dos órgãos(influência da gravidade).
10º) Provocam um diálogo entre o eu consciente superior e as estruturas corporais vivas, normalmente inconscientes.
4º Etapa
PRANAYAMA: Domínio da respiração
Prana ......................bio energia
Yama .......................domínio
Yama .......................domínio
5º Etapa
PRATIAHARA: Abstração dos sentidos. Outras dimensões.
6a Etapa
DHÁRANA: Concentração focal da consciência. Reunir pontos dispersos.
7º Etapa
“Chitta Vritti Nirodha” Meditação
YANTRA (visual) primeiro grau.
MANTRA (sonora) segundo grau.
TANTRA ( sensorial) terceiro grau.
MANTRA (sonora) segundo grau.
TANTRA ( sensorial) terceiro grau.
8º Etapa
SAMADHI: Bem Aventurança Total. Iluminação.Desperta o Kundalini e estimula Chakra Coronário.
Surgimento do Yoga
Compartilharemos uma leitura "Enciclopedia do Yoga", sobre onde surgiu o Yoga:
O Yoga surgiu ha mais de 40 mil anos, junto com o Xamanismo. (Sim!). Como todo conhecimento eh e era perseguido, os Xamas da Siberia tambem (pois o xamanismo eh de origem Siberiana). Diziam que quando os xamas iniciavam seus rituais de conexao com a Natureza, com os Espiritos, eles utilizavam diferentes instrumentos, a voz, tambores, roupas pesadas, fazendo com que o barulho despertasse a furia dos perseguidores contra a Consciencia.
Foi desde principio que surgiu o Yoga, os Asanas eram rituais que conectavam os xamas com a Forca Superior. Os rituais feitos em silencio conseguiam afastar os furiosos.
A imagem que se pode entender eh que os Asanas nao sao simples posturas que ativam o fluxo de energia no corpo, mas tambem uma forma de conexao com os Elementos, os Deuses... Ativando forcas internas e o auto conhecimento.
O Yoga surgiu ha mais de 40 mil anos, junto com o Xamanismo. (Sim!). Como todo conhecimento eh e era perseguido, os Xamas da Siberia tambem (pois o xamanismo eh de origem Siberiana). Diziam que quando os xamas iniciavam seus rituais de conexao com a Natureza, com os Espiritos, eles utilizavam diferentes instrumentos, a voz, tambores, roupas pesadas, fazendo com que o barulho despertasse a furia dos perseguidores contra a Consciencia.
Foi desde principio que surgiu o Yoga, os Asanas eram rituais que conectavam os xamas com a Forca Superior. Os rituais feitos em silencio conseguiam afastar os furiosos.
A imagem que se pode entender eh que os Asanas nao sao simples posturas que ativam o fluxo de energia no corpo, mas tambem uma forma de conexao com os Elementos, os Deuses... Ativando forcas internas e o auto conhecimento.
1 de dez. de 2009
18 de nov. de 2009
"Materialização" do Yoga
Hoje para se praticar yoga, no mínimo deve se estar com uma roupa de marca agradável (para quem), e pagar sua mensalidade ao centro que supostamente deveria desenvolver crianças e a sociedade.
O consumo Yoguista chega ao ocidente.
E a realidade é esta: você entra na sala de aula, deixa aquele sorriso de quem pensa que sabe algo, e que é feliz, arruma seu canto, começa a fazer as posturas, olha para seu parceiro e tenta superação, o professor pede a você uma postura, você faz, cai e bate a coluna, olha novamente o seu parceiro que esta na postura correta, você deita, entoa o mantra. Sai da sala com emoções negativas, e yoga feito!
O condicionamento da mente deixa a sociedade na ilusão de que a prática do yoga é somente na sala onde esta acontecendo a aula.
E isso aos poucos será revelado, pois a verdade sempre é revelada. A verdade sobre si mesmo.
Há pouco vi uma criança de rua, que pedia dinheiro para olhar os carros parados. Era um fim de tarde. Na esquina ela começava a fazer posturas de yoga, se colocar de ponta cabeca, se pendurar no poste, ela estava se esticando, se alongando, conhecendo seu corpo. Nao havia nenhum professor, o corpo dela falava, se movia, dançava!
Era natural.
Mas o pai a chamava para pegar o dinheiro dos carros.
A criança sabe como mover seu corpo, nesse momento ela se comunica com Deus, com ela mesma.
Ninguém impos que ela devesse fazer aquelas posturas para tonificar tal orgão, para evitar tais doenças...
Ela escutava seu corpo. Nenhuma divisão existia, de sexo, classe social, roupas... ela estava ali e se movia naturalmente.
Por que nosso corpo perdeu a identidade de se comunicar com nossa alma?
Ele está condicionado a realizar coisas que não são naturais a ele. Só isso!
Desde a comida atá seus movimentos.
Yoga está alem da postura não sincera, alem do materialismo yogue ocidental, alem do sorriso não realizado. Mas em busca disso, na mais real forma de existência.
Na naturalidade.
O consumo Yoguista chega ao ocidente.
E a realidade é esta: você entra na sala de aula, deixa aquele sorriso de quem pensa que sabe algo, e que é feliz, arruma seu canto, começa a fazer as posturas, olha para seu parceiro e tenta superação, o professor pede a você uma postura, você faz, cai e bate a coluna, olha novamente o seu parceiro que esta na postura correta, você deita, entoa o mantra. Sai da sala com emoções negativas, e yoga feito!
O condicionamento da mente deixa a sociedade na ilusão de que a prática do yoga é somente na sala onde esta acontecendo a aula.
E isso aos poucos será revelado, pois a verdade sempre é revelada. A verdade sobre si mesmo.
Há pouco vi uma criança de rua, que pedia dinheiro para olhar os carros parados. Era um fim de tarde. Na esquina ela começava a fazer posturas de yoga, se colocar de ponta cabeca, se pendurar no poste, ela estava se esticando, se alongando, conhecendo seu corpo. Nao havia nenhum professor, o corpo dela falava, se movia, dançava!
Era natural.
Mas o pai a chamava para pegar o dinheiro dos carros.
A criança sabe como mover seu corpo, nesse momento ela se comunica com Deus, com ela mesma.
Ninguém impos que ela devesse fazer aquelas posturas para tonificar tal orgão, para evitar tais doenças...
Ela escutava seu corpo. Nenhuma divisão existia, de sexo, classe social, roupas... ela estava ali e se movia naturalmente.
Por que nosso corpo perdeu a identidade de se comunicar com nossa alma?
Ele está condicionado a realizar coisas que não são naturais a ele. Só isso!
Desde a comida atá seus movimentos.
Yoga está alem da postura não sincera, alem do materialismo yogue ocidental, alem do sorriso não realizado. Mas em busca disso, na mais real forma de existência.
Na naturalidade.
22 de dez. de 2008
Mantra
Cantar mantras é uma maneira poderosa de mudar nosso estado interno, purificar nosso ser e elevar nossa energia e consciência. Existem mantras especiais para coisas particulares, assim como de: proteção, abundância e muitos outros.
OM MANI PADME HUM é um dos mantras mais bonitos de todos, onde se podem unir os opostos. Atua como uma ponte conectando o masculino com o feminino. É tão poderoso que dizem que toda a sabedoria encontra-se nesse mantra...
Namo Sotidanandana Param Ananda Suasti
Aum
Om
OM MANI PADME HUM é um dos mantras mais bonitos de todos, onde se podem unir os opostos. Atua como uma ponte conectando o masculino com o feminino. É tão poderoso que dizem que toda a sabedoria encontra-se nesse mantra...
Namo Sotidanandana Param Ananda Suasti
Aum
Om
26 de nov. de 2008
Conheça a ti mesmo
As pessoas que aprendem em Escola Espiritual desenvolvem o entendimento sobre o destino, entender a Deus, Iluminação.
Podemos começar a entender a Deus somente quando começamos a ajudar a outras pessoas. Por que quando começamos a ajudar outras pessoas, e ensinar-los, nosso ego se divide, não há pensamentos somente em nós mesmos.
Mas muitas pessoas pensam que ajudam aos outros e dizem sobre ele a todas as pessoas quem encontram. Geralmente é uma grande imaginação.
Disto podemos fazer um resumo: o primeiro que devemos fazer em nossa vida é cuidar da nossa saúde. Somente quando temos boa saúde podemos criar boas relações. Por quê? Porque muitas relações se destroem devido ao egoísmo de um parceiro, que quer muita atenção para si.
E quando não a recebem, criam emoções negativas, criticas e pretensão. E é como o primeiro sinal de que a relação está destruída. Mas se temos boa saúde, teremos um grande campo, teremos muita energia e podemos dar esta energia para os outros sem esperar nada.
O segredo do método de cura consiste em ministrar o organismo da energia. Quando o corpo humano está debilitado (nas condições contemporâneas isso se observa praticamente em todos), seus diferentes sistemas começam a funcionar com transtornos.
Por exemplo, se falta energia na área do coração, aparece doenças cardíacas. Sofrimento no sistema imunológico pode aparecer infecções virais. Daí dirigimos a energia aquela área onde faz falta e numa quantidade determinada de sessões, o organismo começa a restabelecer-se e começa a funcionar igual, ou melhor que antes da doença.
Antes de nada, restabelecemos o funcionamento do sistema imune por que a energia de imunidade é responsável da elaboração da energia para produzirem defesas e, quando este sistema se cura, então se cura todo o organismo.
Esta energia para curar é elaborada por Sri Sotidanandana Guru Alid Pfasky Natva durante o pranaiama (exercícios de respiração). Logo é acumulada em seu ventre. Existe grande quantidade de curadores que curam as pessoas supostamente com sua energia de Reik, bioenergia, que dizem ter capacidades extras sensoriais. E claro está, se essas pessoas não são charlatões, disposta elas mesmas se adoecerem, pegando as doenças dos outros. Quando tomam as doenças e logo se passam para outra pessoa, por que qualquer doença é também uma energia negativa que se acumula no doente e através do funcionamento incorreto de seu organismo pelo stress e as emoções negativas. Na transmissão da cura Sri Sotidanandana toma este karma negativo e logo, dentro dele, o transforma em karma positivo. Isto aprendeu durante 10 anos. É um dos passos maiores do Yoga e aqui nada, praticamente se sabe fazer.
Uma vez que uma pessoa recebe esta enorme quantidade de energia todo seu organismo começa a curar. Primeiro o sistema imunológico cresce, dando mais força e proteção a pessoa. Podemos observar também que a pessoa se estabiliza emocionalmente e psicologicamente.
Como está recebendo partículas de energia de um Mestre Iluminado, também pode provar estados em que vive normalmente: graça, amor, bem aventurança, aceitação. As articulações e a pele da pessoa nitidamente rejuvenescem. A visão assim como todos os sistemas.
Nós vemos muitas pessoas curando com método de Reik. Quando Usui estava vivo seus discípulos curavam também. Usui tinha esta possibilidade de acumular energia cósmica e transmiti-la, assim como tomar o karma dos pacientes e seus discípulos, ao estar conectados com ele, ao ter contato e orientação dele, poderiam fazer o mesmo.
Depois que Usui morreu qualquer pessoa poderia receber a iniciação como curador de Reik. O resultado que observamos é que muitas pessoas que dão Reik estão doentes, ou se sentem mal. Por quê?
Porque Usui já não esta na Terra, e não pode pegar a doença dos que curam em seu nome, assim essa doença, a informação desta doença, cai do campo dos reikistas.
E quando se acumula muita desta informação ele se enferma, ou transmite esta informação a seus pacientes.
Outra maneira de alcançar a cura e um novo estilo de vida é em grupo. Buda nos disse sobre três tesouros: o Mestre, o conhecimento e a comunidade. A comunidade, o grupo, ajuda muito, pois é um apoio para a disciplina e constância de cada membro do grupo.
Em grupo, as pessoas podem fazer exercícios, as dietas, e um será o despertar do outro. Inclusive pode fazer uma pequena competição, muito benéfica: Emagreceu mais quilos que eu! Eu fiz mais yoga que você!
Desta maneira se cria um campo comum de esforços onde todos os membros dão grande energia e recebem grande energia. É muito importante que esse grupo tenha o programa correto de atividades. Os exercícios, a supervisão dos alimentos, etc.
Podemos começar a entender a Deus somente quando começamos a ajudar a outras pessoas. Por que quando começamos a ajudar outras pessoas, e ensinar-los, nosso ego se divide, não há pensamentos somente em nós mesmos.
Mas muitas pessoas pensam que ajudam aos outros e dizem sobre ele a todas as pessoas quem encontram. Geralmente é uma grande imaginação.
Disto podemos fazer um resumo: o primeiro que devemos fazer em nossa vida é cuidar da nossa saúde. Somente quando temos boa saúde podemos criar boas relações. Por quê? Porque muitas relações se destroem devido ao egoísmo de um parceiro, que quer muita atenção para si.
E quando não a recebem, criam emoções negativas, criticas e pretensão. E é como o primeiro sinal de que a relação está destruída. Mas se temos boa saúde, teremos um grande campo, teremos muita energia e podemos dar esta energia para os outros sem esperar nada.
O segredo do método de cura consiste em ministrar o organismo da energia. Quando o corpo humano está debilitado (nas condições contemporâneas isso se observa praticamente em todos), seus diferentes sistemas começam a funcionar com transtornos.
Por exemplo, se falta energia na área do coração, aparece doenças cardíacas. Sofrimento no sistema imunológico pode aparecer infecções virais. Daí dirigimos a energia aquela área onde faz falta e numa quantidade determinada de sessões, o organismo começa a restabelecer-se e começa a funcionar igual, ou melhor que antes da doença.
Antes de nada, restabelecemos o funcionamento do sistema imune por que a energia de imunidade é responsável da elaboração da energia para produzirem defesas e, quando este sistema se cura, então se cura todo o organismo.
Esta energia para curar é elaborada por Sri Sotidanandana Guru Alid Pfasky Natva durante o pranaiama (exercícios de respiração). Logo é acumulada em seu ventre. Existe grande quantidade de curadores que curam as pessoas supostamente com sua energia de Reik, bioenergia, que dizem ter capacidades extras sensoriais. E claro está, se essas pessoas não são charlatões, disposta elas mesmas se adoecerem, pegando as doenças dos outros. Quando tomam as doenças e logo se passam para outra pessoa, por que qualquer doença é também uma energia negativa que se acumula no doente e através do funcionamento incorreto de seu organismo pelo stress e as emoções negativas. Na transmissão da cura Sri Sotidanandana toma este karma negativo e logo, dentro dele, o transforma em karma positivo. Isto aprendeu durante 10 anos. É um dos passos maiores do Yoga e aqui nada, praticamente se sabe fazer.
Uma vez que uma pessoa recebe esta enorme quantidade de energia todo seu organismo começa a curar. Primeiro o sistema imunológico cresce, dando mais força e proteção a pessoa. Podemos observar também que a pessoa se estabiliza emocionalmente e psicologicamente.
Como está recebendo partículas de energia de um Mestre Iluminado, também pode provar estados em que vive normalmente: graça, amor, bem aventurança, aceitação. As articulações e a pele da pessoa nitidamente rejuvenescem. A visão assim como todos os sistemas.
Nós vemos muitas pessoas curando com método de Reik. Quando Usui estava vivo seus discípulos curavam também. Usui tinha esta possibilidade de acumular energia cósmica e transmiti-la, assim como tomar o karma dos pacientes e seus discípulos, ao estar conectados com ele, ao ter contato e orientação dele, poderiam fazer o mesmo.
Depois que Usui morreu qualquer pessoa poderia receber a iniciação como curador de Reik. O resultado que observamos é que muitas pessoas que dão Reik estão doentes, ou se sentem mal. Por quê?
Porque Usui já não esta na Terra, e não pode pegar a doença dos que curam em seu nome, assim essa doença, a informação desta doença, cai do campo dos reikistas.
E quando se acumula muita desta informação ele se enferma, ou transmite esta informação a seus pacientes.
Outra maneira de alcançar a cura e um novo estilo de vida é em grupo. Buda nos disse sobre três tesouros: o Mestre, o conhecimento e a comunidade. A comunidade, o grupo, ajuda muito, pois é um apoio para a disciplina e constância de cada membro do grupo.
Em grupo, as pessoas podem fazer exercícios, as dietas, e um será o despertar do outro. Inclusive pode fazer uma pequena competição, muito benéfica: Emagreceu mais quilos que eu! Eu fiz mais yoga que você!
Desta maneira se cria um campo comum de esforços onde todos os membros dão grande energia e recebem grande energia. É muito importante que esse grupo tenha o programa correto de atividades. Os exercícios, a supervisão dos alimentos, etc.
Raja Yoga

É a prática suprema, integral. É a síntese do Yoga. Seu objetivo é a comunhão com Deus, através da prática da meditação, vivência de elevada ética de conduta, serviço impessoal ao mundo e veracidade.
Todos os sábios, místicos e santos de todas as religiões, de forma consciente ou intuitiva dessa técnica, praticaram a Raja Yoga.
É importante também praticar a Raja Yoga (yoga real) do autodomínio que nos ensina a dominar a mente negativa, conquistando a paz de espírito, uma mente amável, silenciosa, com controle dos sentidos e autoconfiança.
Um dos ensinamentos básicos do Raja Yoga, é a vigilância sobre os pensamentos, cortando na raiz qualquer pensamento negativo, substituindo-o por um pensamento oposto, positivo e confiante.
Raja Yogue: Shri Sotidanandana Alid Pfaske Natva
1. Yama
Yama é a maestria sobre si mesmo na relação com os outros. Auto restrição.
*Ahimsa (não violência) – Respeito sincero por todas as manifestações de vida. Não violar.
*Satya - Verdade não é um conceito ou idéia. Nem a descrição detalhada dos fatos. É um estado de ser onde tudo é percebido tal como é em si mesmo. Falar a verdade é dizer aquilo que ao ser escutado, aproxima ou desperta em quem escuta, o estado onde tudo é visto tal como é. Dizer o que não sabe é mentir.
*Asteya - Não roubar objetos, nem idéias. Usar idéias sem ter realizado em si mesmo o percurso de entendimento é roubar. É viver no mundo dos outros.
*Brahmacharya - Agir como o Divino. Estado onde a relação com os objetos dos sentidos não visa o preenchimento psicológico. Aplicado ao aspecto sexual é não fazer da relação uma forma de preencher o vazio existencial. Pode significar o não desperdício da energia sexual. Em contexto monástico é o celibato.
*Aparigraha – Não possessividade. Ausência de pensamentos ou sentimentos de posse em relação à objetos, pessoas, idéias e ideais.
2. Niyama
Disciplina na relação consigo mesmo. Observâncias.
*Shaosha – Pureza. Inclui limpeza física interna e externa. Limpeza emocional. Limpeza mental.
*Santosha – Contentamento que não se cria e nem se desfaz pela alteração das circunstâncias.É sem causa externa. Provém da conexão com a alma(Purusha). Alegria sem motivo.
*Tapas – É o aquecimento que dissipa as impurezas das nadís, chakras e mente. Diz também austeridade que é o abandono do eu na ação; esforçoSvadhyaya – Estudo de si mesmo e das escrituras que trazem o Ensinamento dos Mestres.
*Ishvarapranidhana – Entrega amorosa ao Divino. A entrega ausenta o ego e seu controle condicionado sobre a consciência, abrindo assim espaço para a Presença Divina manifestar-se no Coração do discípulo.
3. Asana
Postura firme e confortável que facilita o mergulho na Meditação.
4. Pranayama
Regulação da força vital, Prana, pela respiração visando parar a mente.
5. Pratyahara
Abstração dos sentidos e da mente. Estado em que as impressões sensoriais não modificam a condição mental ou espiritual.
6. Dharana
Concentrar a mente em algum objeto unificando a energia mental e facilitando a Meditação. A Concentração pode ser em uma área do corpo, um símbolo ( yantra ou mandala), chakras, mantra, chama de uma vela e muitos outros.
7. Dhyana
Meditação.No pensar comum a mente se move loucamente sem parar de objeto em objeto. Na Contemplação e reflexão o pensamento é dirigido á um tema em particular. O Objeto permanece o mesmo, apenas o pensamento se move. O poeta com a lua. Um cientista com o seu problema. Na concentração a mente se focaliza em um único ponto, sem se mover. Portanto, processo mental fixo, parado, e objeto permanece o mesmo. Na Meditação não há mente e objeto separados. Se fundem em um só. Não há divisão entre pensador e pensamentos. Tudo é UM! Existe uma diversidade de técnicas de Meditação e cada praticante deve ser orientado individualmente para aprofundar a sua prática segundo suas necessidades pessoais.
8. Samadhi
É a intensificação natural do estado de Meditação. É a Supra Consciência: Além do eu, além da mente e do tempo! É a dissolução da identidade baseada nas memórias no oceano da Consciência Absoluta que é pura Luz, Poder, Sabedoria e Amor. Samadhi é a realização plena do que o Yoga propõe e é. Existem níveis diferentes de samadhi que não vamos comentar aqui. Alguns apenas suspendem o ego temporariamente, mas este retorna uma vez passada a experiência. Este é Sabija, com semente. Com o sadhana apropriado, porém, ocorre a dissolução de todas as tendências condicionadas do subconsciente, as identificações com as memórias, e o samadhi acontece definitivamente. Não há mais ninguém para retornar. É o Nirbija, sem semente. O que surge então é Purusha, o Ser primordial, Imortal e pleno de Sabedoria, capaz de viver no mundo em completa Harmonia e Paz.
Os oito angas do Raja Yoga acontecem com e no ente humano e por isso têm uma relação dinâmica entre si, pois interagem sobre um mesmo centro modificando-o. Cada anga, quando atua sobre esse centro, o ente humano, encontra-o modificado pelo impacto de um outro anga que o antecedeu, e modifica-o para a ação dos outros a seguir. É um processo onde todos interagem harmoniosamente para o acesso à Totalidade do Ser.
Todos os sábios, místicos e santos de todas as religiões, de forma consciente ou intuitiva dessa técnica, praticaram a Raja Yoga.
É importante também praticar a Raja Yoga (yoga real) do autodomínio que nos ensina a dominar a mente negativa, conquistando a paz de espírito, uma mente amável, silenciosa, com controle dos sentidos e autoconfiança.
Um dos ensinamentos básicos do Raja Yoga, é a vigilância sobre os pensamentos, cortando na raiz qualquer pensamento negativo, substituindo-o por um pensamento oposto, positivo e confiante.
Raja Yogue: Shri Sotidanandana Alid Pfaske Natva
1. Yama
Yama é a maestria sobre si mesmo na relação com os outros. Auto restrição.
*Ahimsa (não violência) – Respeito sincero por todas as manifestações de vida. Não violar.
*Satya - Verdade não é um conceito ou idéia. Nem a descrição detalhada dos fatos. É um estado de ser onde tudo é percebido tal como é em si mesmo. Falar a verdade é dizer aquilo que ao ser escutado, aproxima ou desperta em quem escuta, o estado onde tudo é visto tal como é. Dizer o que não sabe é mentir.
*Asteya - Não roubar objetos, nem idéias. Usar idéias sem ter realizado em si mesmo o percurso de entendimento é roubar. É viver no mundo dos outros.
*Brahmacharya - Agir como o Divino. Estado onde a relação com os objetos dos sentidos não visa o preenchimento psicológico. Aplicado ao aspecto sexual é não fazer da relação uma forma de preencher o vazio existencial. Pode significar o não desperdício da energia sexual. Em contexto monástico é o celibato.
*Aparigraha – Não possessividade. Ausência de pensamentos ou sentimentos de posse em relação à objetos, pessoas, idéias e ideais.
2. Niyama
Disciplina na relação consigo mesmo. Observâncias.
*Shaosha – Pureza. Inclui limpeza física interna e externa. Limpeza emocional. Limpeza mental.
*Santosha – Contentamento que não se cria e nem se desfaz pela alteração das circunstâncias.É sem causa externa. Provém da conexão com a alma(Purusha). Alegria sem motivo.
*Tapas – É o aquecimento que dissipa as impurezas das nadís, chakras e mente. Diz também austeridade que é o abandono do eu na ação; esforçoSvadhyaya – Estudo de si mesmo e das escrituras que trazem o Ensinamento dos Mestres.
*Ishvarapranidhana – Entrega amorosa ao Divino. A entrega ausenta o ego e seu controle condicionado sobre a consciência, abrindo assim espaço para a Presença Divina manifestar-se no Coração do discípulo.
3. Asana
Postura firme e confortável que facilita o mergulho na Meditação.
4. Pranayama
Regulação da força vital, Prana, pela respiração visando parar a mente.
5. Pratyahara
Abstração dos sentidos e da mente. Estado em que as impressões sensoriais não modificam a condição mental ou espiritual.
6. Dharana
Concentrar a mente em algum objeto unificando a energia mental e facilitando a Meditação. A Concentração pode ser em uma área do corpo, um símbolo ( yantra ou mandala), chakras, mantra, chama de uma vela e muitos outros.
7. Dhyana
Meditação.No pensar comum a mente se move loucamente sem parar de objeto em objeto. Na Contemplação e reflexão o pensamento é dirigido á um tema em particular. O Objeto permanece o mesmo, apenas o pensamento se move. O poeta com a lua. Um cientista com o seu problema. Na concentração a mente se focaliza em um único ponto, sem se mover. Portanto, processo mental fixo, parado, e objeto permanece o mesmo. Na Meditação não há mente e objeto separados. Se fundem em um só. Não há divisão entre pensador e pensamentos. Tudo é UM! Existe uma diversidade de técnicas de Meditação e cada praticante deve ser orientado individualmente para aprofundar a sua prática segundo suas necessidades pessoais.
8. Samadhi
É a intensificação natural do estado de Meditação. É a Supra Consciência: Além do eu, além da mente e do tempo! É a dissolução da identidade baseada nas memórias no oceano da Consciência Absoluta que é pura Luz, Poder, Sabedoria e Amor. Samadhi é a realização plena do que o Yoga propõe e é. Existem níveis diferentes de samadhi que não vamos comentar aqui. Alguns apenas suspendem o ego temporariamente, mas este retorna uma vez passada a experiência. Este é Sabija, com semente. Com o sadhana apropriado, porém, ocorre a dissolução de todas as tendências condicionadas do subconsciente, as identificações com as memórias, e o samadhi acontece definitivamente. Não há mais ninguém para retornar. É o Nirbija, sem semente. O que surge então é Purusha, o Ser primordial, Imortal e pleno de Sabedoria, capaz de viver no mundo em completa Harmonia e Paz.
Os oito angas do Raja Yoga acontecem com e no ente humano e por isso têm uma relação dinâmica entre si, pois interagem sobre um mesmo centro modificando-o. Cada anga, quando atua sobre esse centro, o ente humano, encontra-o modificado pelo impacto de um outro anga que o antecedeu, e modifica-o para a ação dos outros a seguir. É um processo onde todos interagem harmoniosamente para o acesso à Totalidade do Ser.
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